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Jorge Messias

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Jorge Messias
BERJAYA
Messias em 2026
16.º Advogado-Geral da União do Brasil
Período1.º de janeiro de 2023
até a atualidade
PresidenteLuiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a)Bruno Bianco Leal
Dados pessoais
Nome completoJorge Rodrigo Araújo Messias
Nascimento25 de fevereiro de 1980 (46 anos)
Recife, Pernambuco
Nacionalidadebrasileiro
Alma materUniversidade Federal de Pernambuco
Universidade de Brasília (Me., Dr.)
Prêmio(s)BERJAYA Ordem de Rio Branco - Grã-Cruz (2023)[1]
Religiãoevangélico (Igreja Batista)[2]
Profissãoadvogado

Jorge Rodrigo Araújo Messias (Recife, 25 de fevereiro de 1980)[3] é um advogado brasileiro, atual advogado-geral da União no governo Lula.[4] É membro de carreira da Advocacia-Geral da União, no cargo de procurador da Fazenda Nacional, desde 2007.

Foi indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2025, porém no ano seguinte a indicação foi rejeitada pelo Senado Federal.

Formação e carreira pública

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Jorge Messias graduou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 2003.[5] Concluiu o mestrado em 2018 e o doutorado em 2024, ambos na área de Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional, pela Universidade de Brasília (UnB).[6][7]

Iniciou a carreira no serviço público como funcionário da Caixa Econômica Federal, onde exerceu o cargo de técnico bancário entre 2002 e 2006. Após, foi procurador do Banco Central de 2006 a 2007.[7]

Ingressou na Advocacia-Geral da União (AGU), na carreira de procurador da Fazenda Nacional, em 2007.[5] Em 2008, enquanto secretário-geral do Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal, coordenou uma greve da categoria.[8]

Durante o governo Dilma Rousseff, foi subchefe para assuntos jurídicos da Casa Civil de 2015 a 2016 e assessor especial da Presidência em 2016.[9][7]

Também exerceu as funções de consultor jurídico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) de 2011 a 2012, secretário de regulação e supervisão da Educação Superior no Ministério da Educação (MEC) de 2012 a 2014, subchefe de análise e acompanhamento de políticas governamentais da Casa Civil de 2014 a 2015,[6] conselheiro de administração da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e da Eletronorte de 2015 a 2016, conselheiro fiscal do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2016,[5] e assistente parlamentar do senador Jaques Wagner de 2019 a 2022.[10][11] Lecionou na Universidade de Brasília como professor visitante, de 2018 a 2022.[7]

Ganhou notoriedade em 2016, ao ser mencionado em uma gravação de telefonema entre a então presidente Dilma Rousseff e Lula, que na época era investigado no âmbito da Operação Lava Jato e fora nomeado, mas ainda não empossado, para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. No áudio, que teve seu sigilo retirado pelo juiz Sergio Moro,[12] Dilma informa que iria encaminhar, através do "Bessias", o termo de posse no cargo para uso "em caso de necessidade".[13]

Sobre a menção na ligação, Messias afirma que, naquela ocasião, era um auxiliar da presidência cumprindo sua função[14] e que a divulgação do áudio cortado e fora de contexto tinha o objetivo de desestabilizar o governo Dilma.[15][16][17]

Advogado-geral da União

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Em novembro de 2022, Messias foi o mais votado pela categoria em lista sextupla para o cargo de advogado-geral da União, elaborada pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), pela Associação Nacional dos Membros das Carreiras da Advocacia-Geral da União (Anajur) e pela Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni).[18]

No mês seguinte, o presidente eleito Lula confirmou a escolha de Messias como advogado-geral da União.[19]

Parecer favorável ao aborto em idade gestacional acima de 22 semanas

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Em 2024, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a Resolução 2 378/2024, que proibia a assistolia fetal nos casos de aborto permitidos pela legislação e jurisprudência brasileira (estupro, risco de morte para a gestante e anencefalia), quando houver viabilidade fetal, ou seja, a probabilidade de sobrevida do feto em idade gestacional acima de 22 semanas. Pela Resolução do CFM, o aborto não poderia ser realizado quando o feto já pudesse sobreviver fora do útero, estabelecendo o parâmetro de 22 semanas de idade gestacional como limite para a realização do aborto legal.[20]

Neste contexto, foi ajuizada a ADPF 1141, que impugnava a validade jurídica da resolução.[21] A Advocacia Geral da União (AGU), à época sob a chefia de Jorge Messias, foi chamada a se manifestar, sendo a manifestação favorável à procedência da ADPF, sob alegação de que o CFM estaria agindo além de sua competência ao proibir o aborto em idade gestacional acima das 22 semanas.[22][23][24]

Em abril de 2026, após ser indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias alegou ter assinado o parecer favorável ao aborto após 22 semanas de idade gestacional sem ter lido o documento.[25]

Atuação da AGU em solicitações de remoção de conteúdo sobre projeto de lei

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Em abril de 2026, a Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), encaminhou notificações à plataforma X solicitando a remoção ou rotulagem de publicações classificadas como desinformação relacionadas a um projeto de lei apelidado por críticos de “PL da Misoginia”, aprovado no Senado Federal e em tramitação na Câmara dos Deputados.[26][27]

Segundo reportagens e artigos de opinião, entre os conteúdos apontados estavam publicações de jornalistas, humoristas e outros usuários que criticavam o projeto de lei.[28] Os mesmos textos qualificaram a atuação da AGU como uma forma de restrição à liberdade de expressão, enquanto a iniciativa foi apresentada como parte de políticas de combate à desinformação no ambiente digital.[29]

Após repercussão do caso, em 22 de abril de 2026, a AGU teria solicitado à plataforma o restabelecimento de conteúdos de jornalistas, mantendo, entretanto, medidas aplicadas a outros perfis.[30]

Em 23 de abril de 2026, reportagens indicaram que o então advogado-geral da União, Jorge Messias, encontrava-se de férias durante os eventos e que não teria participado diretamente das decisões do órgão.[31]

Indicação ao Supremo Tribunal Federal

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Indicação de Luiz Inácio Lula da Silva

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Messias e o presidente Lula na foto oficial do anúncio da indicação ao STF
BERJAYA
Painel da votação do Plenário do Senado
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Messias concedendo entrevista após ter sua indicação rejeitada

Em 20 de novembro de 2025, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva indicou Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), em vaga aberta pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso em 18 de outubro do mesmo ano.[32][33]

Após a abertura da vaga, o presidente Lula passou a sofrer pressão de movimentos sociais e artistas para indicar a primeira mulher negra da história do STF,[34][35][36] e de parlamentares e de ministros do próprio STF para indicar o senador Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado Federal.[37][38] No entanto, Messias se manteve como o favorito à indicação, que se confirmou.[39][32]

A indicação encontrou resistência do Senado, em especial de seu presidente, o senador Davi Alcolumbre, que articulou contra a aprovação,[40] e de partidos da oposição, como o Partido Liberal (PL) e o Partido Novo (NOVO),[41] e por membros do chamado "centrão" no Congresso Nacional.[42]

Rejeição do Senado Federal

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Votação no Senado

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Após a realização de sabatina e aprovação pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal,[43] em 29 de abril de 2026, a indicação foi rejeitada pelo Plenário da casa, com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. Para a aprovação, era necessária a maioria absoluta, ou seja, pelo menos 41 votos favoráveis.[44][45] Foi a primeira vez em 132 anos que o Senado rejeitou uma indicação ao STF.[46][47] Todos os casos anteriores ocorreram em 1884, durante a presidência de Floriano Peixoto, quando cinco indicados foram barrados pelo Senado.[48]

Reações

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Logo após a votação, Messias declarou, em entrevista coletiva, que "a vida é assim, tem dias de vitórias e dias de derrotas, nós temos que aceitar, o Plenário do Senado é soberano", bem como que "faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder".[49] Em outra declaração, criticou o processo, sugerindo que o veto teria sido fruto de articulações políticas, com a afirmação: "Nós sabemos quem provocou tudo isso".[50]

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, afirmou que Messias cumpria todos os requisitos necessários para o cargo e que a indicação foi rejeitada por circunstâncias políticas. O líder da oposição, senador Rogério Marinho, declarou: "Nós trabalhamos para derrotar o ministro Jorge Messias. Nada de pessoal contra ele, mas contra o que ele representa neste momento".[51]

Juristas como Lenio Streck (professor da Unisinos) e Ingo Wolfgang Sarlet (professor da PUC-RS) interpretaram que a rejeição foi o resultado de um contexto de disputa entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, bem como de uma tensão dos parlamentares com o governo federal e o próprio STF.[52]

Em 29 de maio, um mês depois da votação, o presidente Lula manifestou publicamente a intenção de indicar Messias outra vez no futuro.[53]

Vida pessoal

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Jorge Messias é evangélico e frequenta a Igreja Batista.[2]

Referências

  1. «DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO - Seção 1 | Nº 220, terça-feira, 21 de novembro de 2023». Imprensa Nacional. 21 de novembro de 2023. p. 12. Consultado em 26 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2025
  2. 1 2 «"Maioria dos evangélicos quer dialogar com governo", diz advogado-geral da União à CNN». CNN Brasil. 3 de janeiro de 2024. Consultado em 28 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2026
  3. «Saiba quem são os 4 cotados à vaga de Barroso no STF». Rede Onda Digital. 10 de outubro de 2005. Consultado em 12 de outubro de 2005. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2025
  4. «Diário Oficial da União de 1 de janeiro de 2023». Imprensa Nacional. 1 de janeiro de 2023. p. 1. 3 páginas. ISSN 1677-7050. Consultado em 1 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 1 de junho de 2024
  5. 1 2 3 «Jorge Messias anuncia a criação da Procuradoria de Defesa da Democracia na AGU». Advocacia-Geral da União. 3 de janeiro de 2023. Consultado em 6 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2025
  6. 1 2 «Currículo Jorge Rodrigo Araújo Messias» (PDF). Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal. Consultado em 22 de dezembro de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 30 de maio de 2025
  7. 1 2 3 4 «Mensagem nº 7/2026». Senado Federal. 31 de março de 2026. Consultado em 12 de abril de 2026
  8. Renata Giraldi (18 de janeiro de 2008). «Procuradoria recorre à Justiça para suspender greve de advogados públicos». Folha de S.Paulo. Consultado em 1 de maio de 2026. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2008
  9. «Jorge Messias é anunciado por Lula como ministro da AGU; veja perfil». G1. 22 de dezembro de 2022. Consultado em 22 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2022
  10. «Voto de Wagner em PEC implodiu candidatura de Messias ao STF e selou favoritismo de Dino». O Estado de S. Paulo. 27 de novembro de 2023. Consultado em 12 de abril de 2026
  11. «O retorno do 'Bessias': petista que ficou famoso no governo Dilma volta à cena com Lula». Isto É. 2 de dezembro de 2022. Consultado em 22 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2022
  12. Castro, Fernando; Globo, Samuel Nunes e Vladimir NettoDo G1 PR e da TV (16 de março de 2016). «Moro derruba sigilo e divulga grampo de ligação entre Lula e Dilma; ouça». Paraná. Consultado em 19 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 24 de novembro de 2025
  13. «Íntegra da transcrição da conversa entre Lula e Dilma | Metrópoles». www.metropoles.com. 17 de março de 2016. Consultado em 7 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2025
  14. «Novo AGU de Lula quer deixar de ser 'Bessias de Dilma' e fazer voo solo». Uol. 22 de dezembro de 2022. Consultado em 14 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2025
  15. «A redenção do "Bessias", o novo advogado-geral da União». Veja. 27 de janeiro de 2023. Consultado em 14 de março de 2023. Cópia arquivada em 21 de junho de 2024
  16. «'Bessias' de áudio de Dilma é cotado para ministério de Lula». Veja. 10 de novembro de 2022. Consultado em 30 de julho de 2025. Cópia arquivada em 24 de julho de 2025. À época, Lula era alvo da Lava-Jato e a divulgação do áudio impediu que ele assumisse um ministério no governo de sua aliada, contribuindo para a derrocada da era PT.
  17. «Moro divulga conversa entre Lula e Dilma: Manifestantes antigoverno tomam ruas de capitais». BBC. 16 de março de 2016. Consultado em 30 de julho de 2025. Cópia arquivada em 24 de maio de 2026
  18. «Jorge Messias, ex-assessor de Dilma, lidera lista sêxtupla para AGU no governo Lula». Consultor Jurídico. 14 de novembro de 2022. Consultado em 22 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 25 de julho de 2025
  19. «Lula já escolheu novos comandantes da AGU e da CGU, segundo jornal». Consultor Jurídico. 13 de dezembro de 2022. Consultado em 28 de março de 2023. Cópia arquivada em 14 de maio de 2025
  20. «Conselho Federal de Medicina regulamenta assistolia fetal para interrupção da gravidez». 24 de abril de 2024
  21. «STF suspende processos contra médicos com base em norma que dificultava aborto legal». Supremo Tribunal Federal. 24 de maio de 2024. Cópia arquivada em 30 de setembro de 2025
  22. «Bolsonaristas exploram posição da AGU sobre aborto para desgastar Messias». UOL. 25 de novembro de 2025. Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2025
  23. «Do aborto a banheiro para trans, Messias tenta se equilibrar em pautas que opõem PT e evangélicos em campanha para STF». O Globo. 6 de dezembro de 2025. Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2025
  24. «Bessias, o "cristão" que defende o aborto». Gazeta do Povo. 1 de dezembro de 2025. Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2025
  25. «"Assinei sem ler": Messias chora e dá desculpa esfarrapada sobre parecer abortista da AGU». 14 de abril de 2026. Consultado em 14 de abril de 2026. Cópia arquivada em 14 de abril de 2026
  26. «A AGU contra a liberdade de expressão». O Estado de S. Paulo. 21 de abril de 2026. Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 27 de abril de 2026
  27. «AGU e liberdade de expressão no debate sobre o "PL da misoginia"». Gazeta do Povo. 23 de abril de 2026. Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 26 de abril de 2026
  28. «AGU e liberdade de expressão no debate sobre o "PL da misoginia"». Gazeta do Povo. 23 de abril de 2026. Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 26 de abril de 2026
  29. «A AGU contra a liberdade de expressão». O Estado de S. Paulo. 21 de abril de 2026. Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 27 de abril de 2026
  30. «AGU recua com jornalistas, mas mantém medidas contra influenciadores». Gazeta do Povo. 22 de abril de 2026. Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 31 de maio de 2026
  31. «Atuação da AGU em redes sociais repercute durante indicação de Messias ao STF». Gazeta do Povo. 23 de abril de 2026. Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 26 de abril de 2026
  32. 1 2 «Indicação de Jorge Messias para cargo de ministro do STF». gov.br. 20 de novembro de 2025. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  33. «Lula indica Jorge Messias para a vaga de ministro do STF no lugar de Barroso». G1. 20 de novembro de 2025. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 29 de abril de 2026
  34. PODER360 (11 de outubro de 2025). «Movimento pressiona Lula a indicar 1ª mulher negra da história do STF». Poder360. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  35. «Mobilização pressiona Lula a indicar a primeira mulher negra para o STF». IstoÉ Mulher. 15 de outubro de 2025. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2026
  36. «As celebridades que fazem apelo a Lula por indicação de mulher ao STF». VEJA. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2025
  37. «Ligações recusadas e clima de ruptura: a tensão entre Alcolumbre e governo | Blogs». CNN Brasil. 19 de novembro de 2025. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2026
  38. «Nome de Pacheco para STF é bem avaliado por ministros do tribunal». CNN Brasil. 10 de outubro de 2025. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2026
  39. BandNews, Redação (17 de outubro de 2025). «Jorge Messias é o favorito para a vaga de Barroso no STF». BandNews. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2025
  40. «Alcolumbre articulou contra aprovação de Jorge Messias para vaga no STF». G1. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 30 de abril de 2026
  41. «PL e Novo decidem votar contra indicação de Messias ao Supremo». Uol. 14 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 15 de abril de 2026
  42. «Senado rejeita a indicação de Jorge Messias para o STF». Veja. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 8 de maio de 2026
  43. Martins, André. «CCJ do Senado aprova nome de Messias para STF; indicação segue para plenário». Exame. Consultado em 30 de abril de 2026
  44. «Senado Notícias». Senado Federal. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026
  45. «Indicação de Jorge Messias ao STF é rejeitada pelo Senado». Senado Federal. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 20 de maio de 2026
  46. «Senado rejeita nome ao STF após 132 anos, impõe derrota histórica a Lula e barra indicação de Messias à Corte». O Globo. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026
  47. Rodrigues, Henrique (29 de abril de 2026). «1ª vez em 132 anos: Messias é reprovado pelo Senado e não irá compor o STF». Revista Fórum. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 29 de abril de 2026
  48. «Quem já foi rejeitado para o STF? Entenda histórico no Senado». InfoMoney. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 30 de abril de 2026
  49. «'A vida é assim', diz Messias após ter nome rejeitado no Senado». G1. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 30 de abril de 2026
  50. «Jorge Messias após veto para STF: 'Nós sabemos quem provocou tudo isso'». UOL. 29 de abril de 2026. Consultado em 29 de abril de 2026. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026
  51. «Governo e oposição repercutem rejeição de Messias para o STF». Agência Senado. 29 de abril de 2026. Consultado em 8 de junho de 2026. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
  52. «Rejeição de Messias é tentativa de emparedar Lula e STF e mostra instituições envelhecidas». Consultor Jurídico. 30 de abril de 2026. Consultado em 8 de junho de 2026
  53. «Lula diz que vai indicar novamente Messias ao STF». Agência Brasil. 29 de maio de 2026. Consultado em 8 de junho de 2026. Cópia arquivada em 30 de maio de 2026

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