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Zagallo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Zagallo
BERJAYA
Zagallo em 2004.
Informações pessoais
Nome completo Mário Jorge Lobo Zagallo
Data de nascimento 9 de agosto de 1931
Local de nascimento Atalaia, Alagoas, Brasil
Data de morte 5 de janeiro de 2024 (92 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,69 m
Canhoto
Informações profissionais
Posição Ponta-esquerda
Categoria de base
Período Clube
1948–1949America
1950Flamengo
Profissional
Período Clube Jogos Gol(o)s
1951–1958Flamengo20529
1958–1965Botafogo30046
Total 505 75
Seleção
Período País Jogos Gol(o)s
1958–1964Brasil365
Treinador
Período Clube
1966–1968Botafogo
1969–1970Brasil
1971–1972Fluminense
1972–1974Flamengo
1975Botafogo
1976–1978Kuwait
1978Botafogo
1979Al-Hilal
1980–1981Vasco da Gama
1981–1984Arábia Saudita
1984–1985Flamengo
1986–1987Botafogo
1988Bangu
1988–1990Emirados Árabes Unidos
1989–1990Vasco da Gama
1991–1994Brasil (coordenador)
1994–1998Brasil
1999Portuguesa
2000–2001Flamengo
2003–2006Brasil (coordenador)
Medalhas
Competidor do Brasil
Copa do Mundo FIFA
OuroSuécia 1958Jogador
OuroChile 1962Jogador
OuroMéxico 1970Treinador
OuroEstados Unidos 1994Coordenador-Técnico
PrataFrança 1998Treinador
Copa das Confederações da FIFA
OuroArábia Saudita 1997Treinador
OuroAlemanha 2005Coordenador-Técnico
Copa América
OuroBolívia 1997Treinador
OuroPeru 2004Coordenador-Técnico
PrataArgentina 1959Jogador
PrataUruguai 1995Treinador
Jogos Olímpicos
BronzeAtlanta 1996Treinador

Mário Jorge Lobo Zagallo (Atalaia, 9 de agosto de 1931Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 2024) foi um treinador e futebolista brasileiro que atuou como ponta-esquerda.

É o maior vencedor de Copas do Mundo da história, com quatro títulos conquistados no total. Como jogador, conquistou as edições de 1958 e 1962. Posteriormente, venceu a Copa do Mundo de 1970 como treinador e a edição de 1994 como coordenador técnico da Seleção Brasileira. Além de ter sido finalista na Copa do Mundo de 1998 como técnico.

Foi a primeira pessoa a vencer a Copa do Mundo tanto como jogador quanto como treinador, feito mais tarde repetido apenas pelo alemão Franz Beckenbauer e pelo francês Didier Deschamps. Em 2013, foi eleito pela revista World Soccer o 9.º maior treinador de todos os tempos. É o único a comandar uma seleção em mais de cem partidas.

Recebeu em 1992 a Ordem de Mérito da FIFA, a maior honraria atribuída pela entidade, por suas contribuições ao futebol. Em 2020, foi eleito o 2.º maior treinador da história do futebol brasileiro pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), atrás apenas de Telê Santana.

Biografia

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Mário Jorge Lobo Zagallo nasceu em Atalaia, Alagoas, filho de Haroldo Cardoso Zagallo e Maria Antonieta de Sousa Lobo, também alagoanos. Seus avós paternos eram ambos portugueses. Pelo lado materno, descendia de luso-brasileiros assentados no Nordeste há muitas gerações.[1]

Sua família transferiu-se para o Rio de Janeiro — então capital federal — quando Mário Jorge tinha poucos anos de vida. Já mostrava aptidão para os esportes desde os tempos de escola, em especial o futebol. À época, ele já sabia que iria seguir carreira na modalidade. No entanto, seu pai, Haroldo, queria que o filho fizesse um curso de contabilidade para ajudá-lo na fábrica de tecidos da família. Coube a seu irmão mais velho, Fernando, convencer o pai a deixá-lo fazer o que ele mais gostava.[2]

Ainda jovem, residiu na rua Professor Gabizo, na Tijuca.[3]

Carreira como jogador

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Como era sócio do America Football Club, seu clube do coração,[4] foi lá que Zagallo iniciou sua carreira nas divisões amadoras, além de arrumar tempo para jogar vôlei entre uma partida e outra. Nesta época, chegou também a jogar tênis de mesa, ganhando títulos na categoria juvenil.[5]

Em 1949, o jovem venceu o Campeonato de Amadores do Rio de Janeiro, conquistando seu primeiro título. No mesmo ano ajudou o clube a conquistar o Torneio Início do Campeonato Carioca.

Em 1950 transferiu-se para os juniores do Flamengo, clube pelo qual assinou seu primeiro contrato profissional, em 1951, onde conquistou, dentre outros, o tricampeonato carioca (1953, 1954 e 1955). O ponta-esquerda deixou a equipe rubro-negra logo após a conquista da Copa do Mundo de 1958 com a Seleção Brasileira. Zagallo não queria sair do Flamengo, mas a demora da diretoria fez com que ele assinasse com o rival Botafogo.

Segundo números do "Almanaque do Flamengo", de Roberto Assaf e Clóvis Martins, o "Formiguinha", como era conhecido na época, disputou pelo clube 205 jogos, com 128 vitórias, 38 empates e 39 derrotas, marcando 29 gols.[6]

BERJAYA
Zagallo pelo Botafogo

Zagallo foi bicampeão carioca (1961 e 1962) e do Torneio Rio-São Paulo (1962 e 1964) pelo Botafogo, clube onde também veio a conquistar a Taça Brasil e outros títulos internacionais com treinador. O ponta-esquerda participou da fase áurea do time, jogando ao lado de astros como Garrincha, Didi e Nílton Santos.

Apesar de também ter uma passagem vitoriosa no Flamengo, foi em General Severiano que Zagallo se consolidou como ídolo. Não à toa, o "Dia do Botafoguense" é comemorado em 9 de agosto, data de aniversário do "Velho Lobo".[8]

O vínculo do Zagallo com o alvinegro começou com um chapéu. O ponta-esquerda foi contratado pelo clube após a Copa do Mundo de 1958, na Suécia, vindo do Flamengo. O Rubro-Negro demorou para renovar o passe do atleta, que optou por continuar no Rio de Janeiro e aceitou a proposta do rival. O camisa 13 chegou e não saiu mais do Botafogo, clube no qual se aposentou, em 1965.

De temperamento forte, Zagallo tratava o "Clube da Estrela Solitária" de outra maneira. Em 1959 foi puxado para o time de aspirantes do Botafogo para recuperar ritmo de jogo após ficar afastado quatro meses por lesão. Não reclamou, aceitou a ordem, foi campeão carioca de juniores e retornou à equipe profissional no ano seguinte.

Mesmo sem ter tanto talento quanto os assombrosos Garrincha, Didi e Nilton Santos,era um ponta que voltava para marcar, aparecendo no meio-campo e dando suporte ao lateral.

Seleção Brasileira

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BERJAYA
Zagallo e Pelé em 1970

Seus títulos cariocas e a conquista da Taça Brasil o levaram à Seleção Brasileira. Com ele, o Brasil inovou taticamente e jogou em 1958 no esquema 4-3-3, pois Zagallo era um ponta-esquerda que recuava para ajudar no meio-campo. Já na Copa seguinte, a de 1962, realizada no Chile, Zagallo foi titular devido à lesão de Pepe, grande astro do Santos e companheiro de ataque de Pelé.[9]

Características e estilo de jogo

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Zagallo era um ala esquerdo de médio porte e franzino, mas conhecido por suas habilidades técnicas. No início da carreira, ele quase nunca ganhava uma dividida, mas compensava a falta de massa muscular com muita velocidade, deslocamentos rápidos e notável inteligência tática.

Era considerado um jogador à frente de seu tempo, já que fazia muito bem o trabalho defensivo, além de sua capacidade de executar ataques de áreas mais profundas do campo. Ele também era capaz de jogar como atacante, atacante principal ou atacante interno.

Sua polivalência permitiu a Vicente Feola (técnico na Copa de 1958) inovar e mostrar ao mundo o 4-3-3 (à época, as equipes usavam o 4-2-4). Em entrevista ao blog Olho Tático, do jornalista André Rocha, Zagallo falou o seguinte sobre a estrutura tática de 1958: "O 4-3-3 não nasceu em 1962. Já em 1958 eu fazia a dupla função. Com a bola era um ponteiro. Mas também podia ficar e cobrir o Nilton Santos. Sem a bola, eu era o homem que dava vantagem numérica: se a jogada do adversário fosse pelo nosso lado, eu ajudava o Nilton a marcar o ponta. Dois contra um. Se fosse do lado oposto, fechava e ficávamos Zito, Didi e eu. Três contra dois no meio-campo".[10] Um exemplo de sua função em campo pôde ser visto na final da Copa de 1958. Primeiro, ele salvou, de cabeça, o que seria o segundo gol no jogo (quando ainda estava 1–0 para os donos da casa), quando a bola já tinha passado pelo goleiro. Depois, mais pro final do jogo, ele faria o 4º gol brasileiro na partida.[11]

Carreira como treinador

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BERJAYA
Zagallo em 1974

Meses depois de se aposentar como jogador, em 1966, iniciou sua longa carreira de treinador na categoria juvenil do Botafogo.[12]

Ele treinou o próprio Botafogo em quatro oportunidades, o Flamengo três vezes (segundo números do "Almanaque do Flamengo",[6] ele dirigiu o clube, ao todo, em 236 partidas [116 vitórias, 59 empates e 61 derrotas]), o Vasco da Gama duas vezes, o Fluminense, o Al-Hilal, o Bangu e a Portuguesa.

No Botafogo Zagallo foi responsável por conduzir o alvinegro ao primeiro título nacional de um clube carioca, a Taça de Brasil de 1968, além de outro bicampeanato estadual (1967 e 1968) e os torneios de Caracas (1967 e 1968).[13]

Em seleções nacionais, comandou a Seleção Brasileira por três vezes, a Seleção do Kuwait, a Seleção Saudita e a Seleção dos Emirados Árabes Unidos. Seu último trabalho foi em 2006, como coordenador técnico de Carlos Alberto Parreira na Seleção Brasileira. Conquistou um mundial como técnico da Seleção Nacional e um como coordenador técnico, além de vencer duas edições da Copa das Confederações FIFA. Também como treinador, conquistou dois títulos Sul-Americanos e vários outros títulos, que o tornaram técnico de renome mundial.

De acordo com o livro Seleção Brasileira - 90 anos, de Roberto Assaf e Antonio Carlos Napoleão, os números de Zagallo como técnico da seleção principal do Brasil são os seguintes: 135 jogos (99 vitórias, 26 empates e 10 derrotas).[6] Já como comandante da Seleção Olímpica foram 19 partidas (14 vitórias, três empates e duas derrotas).[6] E como coordenador técnico, Zagallo esteve presente em 72 jogos (39 vitórias, 25 empates e oito derrotas).[6]

Outros trabalhos

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Em 2005, Zagallo foi um dos três jurados do reality show esportivo Joga 10, apresentado pela Rede Bandeirantes.[14]

Zagallo morreu às 23h40 do dia 5 de janeiro de 2024, aos 92 anos. O ex-jogador e treinador estava com a saúde fragilizada há alguns anos. Em setembro de 2023 ficou cerca de vinte dias no hospital, com infecção urinária. No dia 26 de dezembro foi novamente internado no Hospital Barra D'Or, onde foi vítima de falência múltipla dos órgãos, resultante de progressão de comorbidades.[15] O governo brasileiro decretou luto oficial de três dias em pesar pelo falecimento do futebolista.[16]

O corpo de Zagallo foi velado na sede da CBF e enterrado no Cemitério de São João Batista.[17]

De acordo com o jornal Metrópoles, estima-se que Zagallo tenha deixado uma herança de R$ 13 milhões.[18]

Os filhos dele tiveram uma briga pela herança.[19]

Número 13

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BERJAYA
Zagallo em 2008

Apegado publicamente ao número treze desde a época de jogador, revelou que isto originou-se com sua esposa, que era devota de Santo António, comemorado em 13 de junho.[20][21] Católico, seu casamento foi em 13 de janeiro de 1955.[6][22]

Algumas aparições do número na trajetória do Velho Lobo:

  • 1958 e 1994 são anos cuja soma dos últimos dois dígitos (5+8 e 9+4) dá treze.
  • A edição de 1962 foi no Chile (5 letras): 6 + 2 + 5 = 13.
  • A edição de 1970 foi no México (6 letras): 7 + 0 + 6 = 13.
  • Em 1958, o 13º colocado foi a rival Argentina, o artilheiro da competição fez 13 gols (Just Fontaine, da França, mais gols numa mesma edição) e o trio Pelé-Vavá-Mazzola igualmente (6, 5 e 2 gols, respectivamente).
  • O Mundial de 1958 foi realizado no Reino da Suécia: 13 letras.
  • Em 1962 completava 13 anos de carreira como jogador profissional.
  • Já o decimo terceiro ano como treinador foi em 1979, quando foi campeão saudita pelo Al-Hilal.
  • Em 1962 e 1994, a Seleção disputou a semifinal em 13 de junho e 13 de julho, respectivamente. Já a semi de 1958 foi a 13ª vitória do Brasil em Copas.
  • O mundial de 1994 foi realizado nos Estados Unidos, cujo nome em português possui treze letras,[23] assim como o gentílico estadunidense, e a bandeira nacional treze listras.
  • O nome do autor do pênalti perdido que decretou o tetra, o italiano Roberto Baggio, possui 13 letras, bem como 'tetracampeões'.[24]
  • Umbro e Coca-Cola, patrocinadoras da Canarinha[25] na ocasião, juntas têm 13 letras,[24] igualmente a soma de Romário e Bebeto.[23]
  • Acumulando as funções de jogador e treinador, a estreia no México foi seu 13º jogo em Copas: vitória de 4–1 sobre a Seleção Tchecoslovaca; no terceiro jogo viria sua 13ª vitória: 3–2 na Romênia.
  • Fez sua primeira partida pelo Botafogo no dia 13 de julho de 1958: 2–1 sobre o Fluminense.
  • Seu 13º jogo como jogador da Seleção Brasileira foi sua maior vitória pela mesma: 7–0 no Chile, Taça Bernardo O'Higgins, 1959.
  • A estreia na vitoriosa Copa América de 1997 foi em 13 de junho: 5–0 contra a Costa Rica.[26] No mesmo ano, título da Copa das Confederações FIFA na Arábia Saudita (13 letras).
  • Em 1967, estreou como treinador do time principal do Glorioso e conquistou o Campeonato Carioca: 6 + 7 = 13.
  • Em 1949, foi campeão do Torneio Início (como jogador do America), seu primeiro título profissional no seu primeiro ano de carreira.
  • Considerando apenas clubes, sua 13ª passagem como treinador foi no Flamengo (2000 a 2001), seu último trabalho na função, quando conquistou a Copa dos Campeões de 2001.
  • Comemorando a vitória brasileira na Copa América de 2004, bradou: "Brasil campeão" tem 13 letras e "Argentina vice" também!.[27]

Estatísticas como jogador

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Jogos pela Seleção Brasileira
#DataJogoTorneioGols
14 de maio de 1958Brasil Brasil 5–1 Paraguai ParaguaiTaça Oswaldo Cruz
27 de maio de 1958Brasil Brasil 0–0 Paraguai ParaguaiTaça Oswaldo Cruz
314 de maio de 1958Brasil Brasil 4–0 Bulgária BulgáriaAmistoso
48 de junho de 1958Brasil Brasil 3–0 Áustria ÁustriaCopa do Mundo FIFA - fase de grupos
511 de junho de 1958Brasil Brasil 0–0 Inglaterra Inglaterra
615 de junho de 1958Brasil Brasil 2–0 União Soviética União Soviética
719 de junho de 1958Brasil Brasil 1–0 País de Gales País de GalesCopa do Mundo FIFA - quartas de final
824 de junho de 1958Brasil Brasil 5–2 França FrançaCopa do Mundo FIFA - semifinal
929 de junho de 1958Suécia Suécia 2–5 Brasil BrasilCopa do Mundo FIFA - finalGol marcado
1010 de junho de 1959Brasil Brasil 2–2 Peru PeruCampeonato Sul-Americano de Futebol - Fase de Grupos
1115 de março de 1959Brasil Brasil 3–0 Chile Chile
1221 de março de 1959Brasil Brasil 4–2 Bolívia Bolívia
1317 de setembro de 1959Brasil Brasil 7–0 Chile ChileTaça Bernardo O'Higgins
1420 de setembro de 1959Brasil Brasil 1–0 Chile Chile
1529 de junho de 1960Brasil Brasil 4–0 Chile ChileAmistoso
163 de julho de 1960Paraguai Paraguai 1–2 Brasil BrasilTaça do Atlântico
173 de maio de 1961Paraguai Paraguai 2–3 Brasil BrasilTaça Oswaldo CruzGol marcado
1811 de maio de 1961Chile Chile 0–1 Brasil BrasilTaça Bernardo O'Higgins
1924 de abril de 1962Brasil Brasil 4–0 Paraguai ParaguaiTaça Oswaldo CruzGol marcado
206 de maio de 1962Brasil Brasil 2–1 Portugal PortugalAmistosoGol marcado
2116 de maio de 1962Brasil Brasil 3–1 País de Gales País de GalesAmistoso
2230 de maio de 1962Brasil Brasil 2–0 México MéxicoCopa do Mundo FIFA - fase de gruposGol marcado
232 de junho de 1962Brasil Brasil 0–0 Chéquia Tchéquia
246 de junho de 1962Brasil Brasil 2–1 Espanha Espanha
2510 de junho de 1962Brasil Brasil 3–1 Inglaterra InglaterraCopa do Mundo FIFA - quartas de final
2613 de junho de 1962Chile Chile 2–4 Brasil BrasilCopa do Mundo FIFA - semifinal
2717 de junho de 1962Brasil Brasil 3–1 Chéquia TchéquiaCopa do Mundo FIFA - final
2816 de abril de 1963Brasil Brasil 5–2 Argentina ArgentinaCopa Roca
2921 de abril de 1963Portugal Portugal 1–0 Brasil BrasilAmistoso
3024 de abril de 1963Bélgica Bélgica 5–1 Brasil BrasilAmistoso
3117 de maio de 1963Egito Egito 0–1 Brasil BrasilAmistoso
3219 de maio de 1963Israel Israel 0–5 Brasil BrasilAmistoso
3322 de maio de 1963Alemanha Alemanha Ocidental 0–3 Brasil BrasilAmistoso - World Cup 1950 XI
347 de junho de 1964Brasil Brasil 4–1 Portugal PortugalCopa das Nações

Títulos como jogador

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America
Flamengo
Botafogo
Seleção Brasileira

Outras conquistas

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Flamengo
Botafogo

Prêmios individuais

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Títulos como treinador

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Botafogo
Fluminense
Flamengo
Al-Hilal
Seleção Brasileira
Seleção Saudita

Prêmios individuais

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Títulos como coordenador técnico

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Seleção Brasileira

Referências

  1. «A despedida de Zagallo na mídia italiana: Lenda do futebol». Italianismo. 6 de janeiro de 2024. Consultado em 8 de março de 2023. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2026
  2. «Os 90 anos de Zagallo: relembre a trajetória do único tetracampeão mundial de futebol». Terra. 9 de agosto de 2021. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 11 de abril de 2023
  3. «Mário Jorge Lobo Zagallo». Sou Tijuca. 6 de junho de 2018. Consultado em 6 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 10 de abril de 2023
  4. «Era uma vez no Futebol faz homenagem ao America». EBC. 18 de março de 2018. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  5. Rafael Honório (15 de agosto de 2021). «Do tênis de mesa ao polêmico "Vocês vão ter que me engolir": histórias dos 90 anos de Zagallo». ge. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  6. 1 2 3 4 5 6 Milton Neves e Rogério Micheletti. «Zagallo - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2026
  7. 1 2 3 4 5 Sergio Santana (6 de janeiro de 2024). «Zagallo e Botafogo: uma relação de carinho como jogador, treinador e fora de campo». ge. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  8. «'Dia do Torcedor do Botafogo' é aprovado em votação na Alerj». ge. 3 de abril de 2014. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  9. «Os caras das Copas: Zagallo, campeão como jogador, técnico e auxiliar». Terra. 11 de abril de 2018. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  10. Philip Verminnen (7 de maio de 2014). «A evolução tática do Brasil nas Copas». DW Brasil. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  11. «Jogo a jogo, Zagallo lembra a campanha do primeiro título mundial em 1958». ge. 6 de junho de 2008. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2024
  12. «Único tetracampeão do mundo, Zagallo recebe homenagem do Botafogo»Subscrição paga é requerida. Estadão. 9 de agosto de 2011. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2024
  13. «Nota de pesar». Site oficial do Botafogo. 6 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 2 de março de 2024
  14. Danielle Araújo (15 de abril de 2005). «Reality show da Band quer revelar craque do futebol». Diário do Grande ABC. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2024
  15. «Zagallo morre aos 92 anos; veja a trajetória do ídolo brasileiro». ge. 6 de janeiro de 2024. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
  16. «Governo brasileiro decreta luto de três dias pela morte de Zagallo». Lance!. 6 de janeiro de 2024. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 10 de maio de 2026
  17. «Zagallo é enterrado no Rio». UOL. 7 de janeiro de 2024. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  18. Stephanie Alves (26 de janeiro de 2024). «Herança de Zagallo: R$ 13 milhões e crise por pedido de interdição». Métropoles. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  19. Redação do O Globo (20 de outubro de 2025). «Briga entre irmãos por herança de Zagallo é intensificada com vídeo de ex-jogador criticando filhos mais velhos: 'valem nada'». O Globo
  20. Pai Paulo de Oxalá (7 de agosto de 2013). «Zagallo e o mistério do número 13». Extra. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  21. «Zagallo e a superstição com o número 13». Jornal de Piracicaba. 12 de agosto de 2021. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2021
  22. Agrelos, Adielson (6 de janeiro de 2024). «O Adeus ao "Velho Lobo", morre Zagallo aos 92 anos». Vatican News. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2024
  23. 1 2 Rui Miguel Tovar (15 de julho de 2018). «Zagallo. "Roberto Baggio tem 13 letras, ia falhar"». Observador. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  24. 1 2 «8+5=13! Nos 85 anos de Zagallo, conheça história do Velho Lobo com Baggio». Goal. 9 de agosto de 2016. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 20 de junho de 2019
  25. «Museu CBF: conheça a história vitoriosa do futebol e da Seleção Brasileira». Confederação Brasileira de Futebol. 28 de outubro de 2014. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 10 de abril de 2023
  26. «Brasil já venceu jogo oficial numa sexta-feira 13». Confederação Brasileira de Futebol. 13 de novembro de 2015. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  27. «Brasil campeão tem 13 letras e Argentina vice também!». Maisfutebol. 26 de julho de 2004. Consultado em 26 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
  28. Assaf, Clóvis Martins e Roberto (7 de dezembro de 2023). História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906-2023. [S.l.]: Mauad Editora Ltda. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2024
  29. «Os times dos sonhos eleitos nas edições de 1982, 1994 e 2006». Placar. Consultado em 17 de março de 2025. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2025
  30. «Os 30 maiores ídolos da história do Botafogo; veja o ranking». O Globo. 25 de maio de 2020. Consultado em 25 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2026
  31. «Zagallo ganha estátua no Engenhão ao lado de outros ídolos alvinegros». Globo Esporte. 6 de agosto de 2013. Consultado em 12 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 22 de julho de 2026
  32. «Former Results» (em inglês). IFFHS. Consultado em 10 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  33. «Time do Século». Site oficial do Botafogo. Consultado em 16 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 22 de maio de 2026
  34. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas ":0"
  35. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas "Greatest XI"
  36. «Quatro brasileiros e Zagallo à frente de Klopp: revista elege os 100 maiores técnicos da história». ESPN Brasil. 29 de abril de 2020. Consultado em 30 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025

Ligações externas

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