Pycnonemosaurus
| Pycnonemosaurus | |
|---|---|
| Restauração esquelética mostrando material conhecido | |
| Classificação científica | |
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Reptilia |
| Clado: | Dinosauria |
| Clado: | Saurischia |
| Clado: | Theropoda |
| Família: | †Abelisauridae |
| Clado: | †Furileusauria |
| Gênero: | †Pycnonemosaurus Kellner & Campos, 2002 |
| Espécies: | †P. nevesi |
| Nome binomial | |
| †Pycnonemosaurus nevesi Kellner & Campos, 2002 | |
| Sinónimos | |
| |

Pycnonemosaurus (Pycnonemosaurus nevesi),[1] que significa Lagarto da floresta espessa, era um terópode carnívoro da família Abelisauridae. Estimativas iniciais colocavam o Pycnonemosaurus como tendo um comprimento de 7 m, porém analises posteriores mostravam que o animal era muito maior com cerca de 9 metros de comprimento e cerca de 3-3,5 metros altura, esta nova estimativa de tamanho faz do Pycnonemosaurus o maior membro formalmente descrito da família Abelisauridae até agora. Foi encontrado no Brasil, no estado do Mato Grosso e viveu durante o Cretáceo Superior. Os fósseis encontrados são apenas fragmentos: cinco dentes incompletos, partes de sete vértebras caudais, a parte distal de um púbis direito, uma tíbia direita e a articulação distal da fíbula direita. Provavelmente predava os Titanosauridae: Maxakalisaurus topai e Trigonosaurus pricei.[2]

Ele vivia na região aonde é hoje a Bacia de Bauru, onde além dele existiam outras espécies de Abelisauridae como exemplo o Abelisaurus, que também foi identificado na Argentina. Além dos Abelisauridae existiam dinossauros saurópodes, os Titanosauridae, que serviam de alimentos para esses dinossauros predadores.[1]
Caça
[editar | editar código]Esse dinossauro como outros Abelisauridae tinham crânios curtos e altos, que favorecia uma mordida potente, que feria gravemente suas presas, seus crânios também favoreciam na hora de prender e mover a cabeça violentamente fazendo com que quebre o pescoço da vítima, más os Titanosauridae que eram suas presas tinham uma proteção no dorso e no pescoço, para se proteger de predadores.[1]
Outro método deste dinossauro era que ele poderia caçar em bandos, o que fazia compensar o seu tamanho não muito grande, além de que na sua boca continham pedaços dos restos de refeições o que fazia com que sua boca tivesse bactéria, com que quando mordesse sua presa, poderia infecciona-la, fazendo com que ela viesse a morte.[3]
Referências
- 1 2 3 Kellner, A.W.A.; Campos, D.A. (2002). «On a theropod dinosaur (Abelisauria) from the continental Cretaceous of Brazil.» (PDF). Arquivos do Museu Nacional Rio de Janeiro. 60 (3): 163–170
- ↑ Paul, G.S. (2010). Princeton Field Guide to Dinosaurs. Princeton University Press, 2015.
- ↑ Molina-Pérez & Larramendi (2016). Récords y curiosidades de los dinosaurios Terópodos y otros dinosauromorfos. Barcelona, Spain: Larousse. 257 páginas
