Compatibilismo
Novembro de 2022 apresenta apenas uma fonte. |
O compatibilismo é a crença de que não há verdadeiramente conflito entre determinismo e livre-arbítrio e que, na verdade, são ideias compatíveis.[1]
O compatibilismo foi defendido por alguns filósofos antigos e talvez também por Aristóteles[carece de fontes], segundo alguns investigadores, mas popularizou-se durante o século XVII. Filósofos influentes da idade moderna como Thomas Hobbes, John Locke, David Hume, Arthur Schopenhauer e John Stuart Mill foram compatibilistas. Encaravam o compatibilismo como a via de reconciliação entre a experiência vulgar da liberdade e a visão científica do universo e dos seres humanos. O compatibilismo continua popular entre os filósofos e cientistas actuais por razões parecidas. Se os compatibilistas estão certos, podemos ser livres e determinados, e não precisamos de nos preocupar com a possibilidade de a ciência futura vir a destruir a nossa convicção comum de que somos agentes livres e responsáveis.
Por outro lado, salienta-se também o Princípio da Responsabilidade última.
Ver também
[editar | editar código]Referências
[editar | editar código]Ligações
[editar | editar código]Determinismo, liberdade e responsabilidade moral (wikilivro)
