Rudi Dutschke
| Alfred Willi Rudolf Dutschke | |
|---|---|
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| Nascimento | 7 de março de 1940 |
| Morte | |
| Nacionalidade | Alemã |
| Cônjuge | Gretchen Klotz |
| Filho(a)(s) | 3 |
| Ocupação | Sociólogo, político e líder estudantil |
Alfred Willi Rudolf Dutschke (Nuthe-Urstromtal, 7 de março de 1940 – Aarhus, 24 de dezembro de 1979) foi o mais expressivo líder do movimento estudantil que surgiu na Alemanha no final do anos 60. Inspirado pelas ideias marxistas, lutou fortemente contra a guerra do Vietnã, o autoritarismo e pela revolução feminista.[1]
Biografia
[editar | editar código]Após a morte do ativista universitário Benno Ohnesorg, baleado a queima roupa por um policial alemão durante uma manifestação em 1967, Dutschke centrou seus protestos no autoritarismo. Além disso, participou na campanha que exigia a desapropriação dos bens de Axel Springer.
Em 11 de abril de 1968 foi gravemente ferido por dois tiros na cabeça, disparados por Josef Bachmann, simpatizante da extrema-direita. Debilitado pelo acontecimento, foi estudar em Cambridge em 1970, mas foi expulso da Inglaterra por continuar difundindo os seus ideais. Foi acolhido como docente pela universidade dinamarquesa de Aarhus, e depois retornou para Berlim.
Sofreu uma tentativa de assassinato em que foi baleado na cabeça por um militante de extrema-direita, sobreviveu com sequelas.
Em 24 de dezembro de 1979, sofreu um ataque epiléptico, enquanto tomava banho, que o levou a morte por afogamento.
Publicações
[editar | editar código]Publicou em 1974, uma obra sobre sua análise do filósofo marxista húngaro Georg Lukács. Em seu livro, Dutschke descreveu como sonhava com uma Alemanha socialista, sem a interferência de Moscou, Pequim ou Berlim Oriental.
Referencias
[editar | editar código]- ↑ Dietrich Schwanitz, "Frankfurter Schule und Studentenbewegung", Frankfurter Allgemeine Zeitung, 29 June 1998.


