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Terceiro olho

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BERJAYA Nota: Para outros significados, veja Terceiro olho (desambiguação).
BERJAYA
Representação do terceiro olho feita no século XVII, simbolizando a conexão com os "planos elevados", feita pelo alquimista Robert Fludd.

O terceiro olho, também conhecido como Ajna, é sexto chakra. Segundo tradições hinduísta, situa-se no ponto entre as sobrancelhas e estaria ligado à sensitivo de alto grau, capacidade intuitiva e à percepção sutil. Quando enfraquecido, aponta para um certo "primitivismo psico-mental".

Tradição

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Segundo crenças exotéricas, seres não-humanos ancestrais possuíam o terceiro olho como um órgão que era capaz de exercer faculdades de telepatia e clarividência. No entanto, muitas pessoas trabalham através da meditação e outras técnicas para tentar recuperar tais poderes considerados divinos que teriam sido perdidos ao longo da regressão da espécie. Nas correntes budistas, existem técnicas e práticas que envolvem a tentativa de recuperar ou desenvolvimento estas capacidades, ainda que o objetivo final seja entender a realidade existente tal qual ela é; insatisfatória, impermanente e sem substancialidade individual (o não-eu ou anatta). No budismo mahayna e nas práticas tibetanas esse tipo de conhecimento tende a ser mais valorizado do que no budismo theravada, ainda que haja técnicas para abrir o "olho divino" ou para "limpar" visão.

Relação com a glândula pineal

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No esoterismo, acredita-se que a glândula pineal, localizada no centro do cérebro e no meio da testa, tenha relação com tais capacidades indutivas e percepção sutil e seria o caminho para tais elevações espirituais.

Estruturas chamadas de "terceiro olho" semelhantes a olhos verdadeiros ligadas à glândula pineal existem na natureza, mas não são conhecidas em humanos. Diversos vertebrados, como peixes, répteis e anfíbios, possuem um pequeno ponto fotorreceptor acima da cabeça chamado olho parietal. Este "olho" está conectado por nervos diretamente à glândula pineal, possuindo semelhanças anatômicas com o globo ocular, com cristalino (lente), camada córnea e receptores de cor mas que são diferentes dos cones e bastonetes. Aves, crocodilianos e mamíferos, incluindo humanos, são classificados como órgão secretório (por isso é uma glândula) e não têm receptores de cor ou luz, recebendo informações indiretamente de outros órgãos sensoriais do corpo.

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